Acabou o Mistério - Apocalipse explicado de forma definitiva e completa - quando será o tempo do fim?

Mito do Apocalipse explicado de forma definitiva e completa - Como e quando será o tempo do fim?
Por Luiz C.Tollstadius

 Em momento de dor e despedida dos nossos entes queridos, é importante saber o que o grande mestre Jesus disse sobre o assunto.


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O Grande segredo do Apocalipse
Jesus fez um grande segredo sobre o apocalipse, não quis dar detalhes sobre ele.  Ainda que os discípulos muito o interrogassem sobre o assunto.  Então parecia que o apocalipse seria um fim coletivo, cercado de grandes catástrofes naturais: dilúvios, granizo, furacões e terremotos.  Esse evento terrível, sem precedentes, aconteceria ainda naquela geração, e ninguém teria como fugir.
Na ocasião desse julgamento, salvaria e ajuntaria alguns na Nova Jerusalém Celestial. (Os pela fé descendentes de Abrão).

Mas se observarmos atentamente suas palavras, não foi exatamente isso que ele disse: 
NÃO FALOU EM CATÁSTROFES, NEM DE GUERRAS, MAS NUMA MARCHA PARA SIÃO CELESTIAL!

Jesus apenas repetia as palavras constantes em Eclesiates que insinua a existencia de uma vida posterior a separação dessa carne da "alma", aquilo que muitos chamam de "morte"!
Então a "alma" sem a "casca" viajaria para uma outra dimensão. Temos então em Eclesiastes, que a "morte" não seria o fim de tudo, mas uma transição para outro tipo de vida em outro lugar.    

Os eventos catastróficos do apocalipse, são apenas signos, figuras, metáforas, sobre os sintomas da velhice que precedem a morte e também ao juízo de nossas obras antes da ressureição: uma viagem sem volta rumo a uma nova existência, com corpos transformados, aperfeiçoados e adequados a esse novo patamar.  

Observem o que o Mestre disse:

O tempo do fim se aproxima para cada um de nós.  Buscai a Deus enquanto se pode achá-lo.  Não se passará essa geração sem que o fim chegue para cada um de nós.  Voces querem saber exatamente quando tudo isso acontecerá.  Voces não sabem o dia e querem saber para se preparar?  Voces não conhecem as estações?  Primavera, verão, outono, inverno? Não sabem quando se aproxima cada estação?  Não conseguem ver os sinais de que um tempo se aproxima?  Pelo comportamento da natureza?

Pois saibam que esse dia será como a visita de um ladrão, que não avisa quando virá.  Serão todos pegos de surpresa.  O sol e a lua não darão sua luz, nem mesmo em pleno dia.  A escuridão obrigará que apalpem com as mãos para discernir o que há ao redor.  O medo e o pavor se apoderará de suas almas.  Suas pernas tremerão e camabalearão e tudo será instável como num terremoto, ou ondas do mar.  Os dentes serão quebrados e faltarão.  No meio dessas nuvens que embaçarão a visão, chegarei como um clarão de luz e minha voz será um trovão.  Então todos poderão ver minha face e ouvir minha voz.  E eu os levarei aos Céus, para aonde agora vou primeiro, lhes preparar lugar.

E haverá assim o total cumprimento das escrituras que dizem, primeiro a morte e depois o juízo:

Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.
Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade. Tudo é ilusão, tudo passa, nada permanece.


(...) De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem.

Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.
Eclesiastes 12:1-14



Você tem cabelos brancos (amendoeira florida)? 

Suas pernas não se firmam e usa bengala? 
Já perdeu boa parte dos dentes, os moedores? 
A velhice chegou e vive temeroso, assustado? 
 Usa óculos?
Será que está pronto para ser julgado e viver em outra dimensão com uma outra carne?
Autor do texto
Luiz C. Tollstadius



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